Os Desorientados
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Sinopse
Uma chamada inesperada leva Adam, um professor árabe de História, a regressar à sua terra natal, após vinte e cinco anos de exílio. Nada parece ter mudado - o tempo não passou pelos lugares que ele amou.
Aquele «paraíso perdido» da montanha branca continua ligado aos nomes dos seus antigos amigos, o Círculo dos Bizantinos, jovens idealistas que queriam mudar o mundo… e acabaram por ser mudados por uma guerra que os separou e os levou por caminhos diferentes. Mas quem é ele para os julgar, quando viveu um exílio dourado, enquanto os outros enfrentavam escolhas impossíveis? Com a ajuda da bela e indomável Semíramis, Adam tenta reunir os que ainda estão vivos.
Os Desorientados é talvez o romance mais pessoal de Amin Maalouf, em que se condensa toda a sua visão do mundo. Um regresso literário à terra de origem, esse não-lugar, que se transforma numa reflexão universal sobre amizade, amor, memória, exílio e identidade, e sobre a eterna necessidade de construir pontes entre o Oriente e o Ocidente, marca constante da sua escrita.
Detalhes
- Título Original Les Desorientes
- Categoria Ficção
- Sub-categoria Romance Contemporâneo
- ISBN 9789897548819
- Nº de Páginas 384
- Data de Lançamento 2/2026
- Dimensões n/a
- Formato Capa Mole
- Peso 100g
Citações
- «No curso do tempo, onde quer que te ponhas, haverá sempre um antes e um depois, coisas que ficam para trás e outras que estão no horizonte, e que só chegarão a ti lentamente, dia após dia. Nunca podes abarcar tudo num só olhar. A menos que sejas Deus…»
- «Vivemos na época da má-fé e dos campos entrincheirados. Seja-se judeu ou árabe, já só se pode escolher entre odiar o outro ou odiar-se a si mesmo. E, se tiveste a infelicidade de nascer, como eu, ao mesmo tempo judeu e árabe, então simplesmente não existes, nem sequer tens o direito de ter existido. És um equívoco, uma confusão, um erro, um boato que a própria História já tratou de desmentir.
Críticas
- «Amin Maalouf revela sentimentos e ideias que agitam o coração e a mente de libaneses exilados, perfeitamente incorporados em personagens retiradas da sua memória e intensificados pela sua imaginação.»Journal du Dimanche
- «A grande virtude deste belo romance é dar uma força humana à guerra.»L'Express