Negócios no Poder

Negócios no Poder

Porque caíram três governos em dois anos
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Sinopse

TRÊS GOVERNOS,

TRÊS CRISES POLÍTICAS, O MESMO PADRÃO:

NEGÓCIOS PRIVADOS QUE LEVANTAM SUSPEITAS

EM TORNO DE DECISÕES PÚBLICAS.


Qual efeito dominó, as quedas dos Executivos de António Costa, Miguel Albuquerque e Luís Montenegro sucederam-se num breve período de 16 meses, originando múltiplas eleições legislativas e uma acentuada instabilidade política.

O que aconteceu? Que mecanismos de poder - silenciosos, opacos - parecem estar a minar a democracia por dentro?

Numa minuciosa investigação jornalística iniciada em 2016, o autor Gustavo Sampaio reconstrói linhas narrativas, identifica ligações ocultas e escrutina redes de influências que envolvem governantes, chefes de gabinete, dirigentes de partidos, empresários, advogados de negócios, agentes facilitadores, entre outros elementos que revelam um problema sistémico no poder político.

Um livro indispensável para conhecer as histórias destas três demissões e entender a cultura política e as fragilidades das instituições democráticas que vão continuar a gerar novos casos de misturas explosivas entre política e negócios.

Detalhes

  • Título Original Portas Giratórias
  • Categoria Não Ficção
  • Sub-categoria Actualidade/Sociedade/Política
  • ISBN 9789899254602
  • Nº de Páginas 200
  • Data de Lançamento 1/2026
  • Dimensões n/a
  • Formato Capa Mole
  • Peso 100g

Citações

  • «”Solverde paga 4500 euros por mês à empresa familiar de Luís Montenegro”» - no jornal Expresso. A revelação dessa avença mensal activa precipitaria uma inesperada crise política, desembocando na convocação de eleições legislativas antecipadas.»
  • «À luz da acusação judicial que pende sobre Pinto Moreira, todas as referidas situações envolvendo o seu amigo e aliado político Montenegro - do licenciamento da moradia em Espinho aos contratos por ajuste directo da CME ou os pareceres jurídicos sobre a obra de ReCaFe - tornam-se ainda mais problemáticas, com a gravante de se tratar do primeiro-ministro em exercício de funções.»
  • «No antepenúltimo dia de 2023, em contagem decrescente para as eleições legislativas antecipadas que resultariam na ascensão de Montenegro ao cargo de primeiro-ministro, a RTP avançou com a notícia de que a Procuradoria-Geral da República tinha aberto um inquérito aos benefícios ficais atribuídos à sua moradia em Espinho. Com origem numa denúncia anónima, estava em causa “a alegada utilização indevida de taxa de IVA reduzida na habitação. A Câmara de Espinho terá considerado reabilitação urbana o processo de uma nova construção, descendo assim o valor do IVA em cerca de 100 mil euros”.

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