A Rapariga que Roubava Livros
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Sinopse
Esta história decorre num pequeno subúrbio de Munique, em 1939, durante a Segunda Guerra Mundial. Vive-se um dia a dia difícil, e os bombardeamentos são cada vez mais frequentes. Mesmo assim ainda há quem não tenha perdido a capacidade de sonhar. A Morte, a narradora omnipresente, cansada de recolher almas, observa com compaixão e fascínio a estranha natureza dos humanos. Através do seu olhar intemporal, seguimos a história de Liesel, dos seus pais e de todos os seus amigos e vizinhos, incluindo Max que um dia veio viver na cave da casa da menina que roubava livros. <b><i>A Rapariga que Roubava Livros</b></i> uma história luminosa e deslumbrante, foi agora adaptada ao grande ecrã, num filme rodado em Berlim pela Twentieth Century Fox, com a realização de Brian Percival e a participação dos atores Geoffrey Rush e Emily Watson. <p></p> <b>Nomeações:</b> - Commonwealth Writers Prize for Best Book (South East Asia & South Pacific), 2006. - Michigan Reading Association Great Lakes Book Award, 2007. - Rhode Island Teen Book Award, 2008.
Detalhes
- Título Original THE BOOK THIEF
- Categoria Ficção
- Sub-categoria Romance Histórico
- ISBN 9789722339070
- Nº de Páginas 468
- Data de Lançamento 2/2008
- Dimensões 230 x 147 x 30 mm
- Formato Capa Mole
- Peso 514g
Críticas
- «Um livro destinado a tornar-se um clássico.»USA Today
- «Absorvente. Marcante.»Washington Post
- «Um livro extraordinário, marcante, de grande beleza.»The Sunday Telegraph
- «Uma escrita soberba. Uma leitura impossível de interromper.»The Guardian
- «Uma obra de grande fôlego. Brilhante.»The New York Times
Prémios
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Booklist Children's Editors' Choice, 2006
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Kirkus Reviews Editor Choice Award, 2006
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School Library Journal Best Book of the Year, 2006
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New York Public Library Books for the Teen Age, 2007
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- Book Sense Book of the Year, 2007
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Publishers Weekly Best Children's Book of the Year, 2006
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ALA Best Books for Young Adults, 2007
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IRA Notable Books for a Global Society, 2006
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The Michael L. Printz Honor Book, 2007
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Book Sense Children's Pick List, 2007
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Um livro muito completo, com personagens cheias de personalidade que encaram a guerra e a opressão com imensa coragem e são um exemplo de como humanidade não perde a compaixão nas situações mais adversas. Com um enredo emocionante esta história revela o poder das palavras.
"A Morte", para além de ser uma acolhedora de almas caridosa e com uma foice de sentimentos, demonstra também ser uma maravilhosa contadora de histórias roubadas de qualquer coração linear de um ser humano para o seu coração circular: histórias revivenciadas pelo último e revividas por ela. Adicionalmente, a ideia da colorização do mundo é também fascinante pela destruição do preconceituoso preto tão característico da sua capa não temerosa mas apaziguadora.Mas, acima de tudo, este é um livro de palavras, no qual, através dos livros furtados, as mesmas nos são apresentadas na sua ambiguidade mais extrema: usadas por uns para a tristeza, desolação e destruição num "horrendo guisado"; usadas por outros para exacerbação de sentimentos mais puros e simples, numa apologia do "querer viver".A rapariga pode ter roubado livros, mas a morte roubou a minha atenção!
Foi o melhor livro que li. Tocou me profundamente,uma história cheia de emoção e envolvente,cuja narradora é a Morte. Amei o livro,recomendo a todos os leitores que ainda não o leram.
"A Rapariga que roubava livros" é narrada pela Morte, a mesma Morte que andando de mão dada com a Guerra (aqui a II Guerra Mundial), demonstrando uma certa compaixão por quem leva e por quem fica a chorar os que partem. A história começa em 1939 e termina em 1943 (do início da Guerra até à perda de Estalinegrado), centrando-se na Alemanha e em particular num subúrbio perto de Munique. Sente-se na sociedade as mudanças impostas pelo III Reich. Conta-se o martírio dos judeus. Conta-se também o martírio das bombas. Há quem seja obrigado a partir para a Guerra e isso faz com que se sinta mais esse sentimento de caos e de ansiedade pelo que se segue... E não se controla de todo. Porque se a Vida é imprevisível, a Guerra (enquanto sinónimo de Morte e Destruição) ainda o pode ser mais.Conhece-se roubo dos livros que a personagem principal vai fazendo ao longo da história. E é com as palavras roubadas desses livros furtados que ela sobrevive às alterações da sua situação familiar e à própria Guerra.É assim que aprenderá a ler e a escrever. Em síntese, este é um livro bem escrito e, por isso mesmo, a leitura flui através das suas 462 páginas; quando o leitor se dá conta já chegou ao fim!https://www.goodreads.com/review/show/832967610
Estava com grande expectativas em relação a este livro mas no início não me cativou. Passadas algumas páginas fiquei completamente deliciada... Este livro entranha-se... O final é arrebatador... Adorei e recomendo vivamente!