Samarcanda

Samarcanda

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Sinopse

Acusado de colocar em causa os códigos mais sagrados do Islão, o poeta persa Omar Khayyam encontra fortuitamente a simpatia do homem que terá de julgar os seus crimes. Reconhecendo-lhe o génio, o juiz decide poupá-lo e oferece-lhe um pequeno livro em branco, encorajando-o a colocar naquele livro a coleção dos seus pensamentos mais profundos. Assim começa a combinação perfeita de realidade e ficção que é Samarcanda.

Nele se relata a história da criação dos robaïyat ao longo da história do Império Seljúcida, das suas interações com figuras históricas como o vizir Nizam el Molk e Hassan Sabbah, da seita dos Assassinos e do seu relacionamento amoroso com uma poetisa da corte de Samarcanda.

Muito tempo depois, já no século XX, um homem fará todos os esforços para obter a edição original de Robaïyat, enquanto assiste à revolução constitucional persa de 1905-1907.

Samarcanda abrange séculos de história do Médio Oriente. Um livro brilhante, com uma narrativa de tirar o fôlego.

Detalhes

  • Título Original Samarcande
  • Categoria Ficção
  • Sub-categoria Romance Histórico
  • ISBN 9789897546532
  • Nº de Páginas 352
  • Data de Lançamento 5/2015
  • Dimensões 230 x 154 x 25 mm
  • Formato Capa Mole
  • Peso 422g

Citações

  • «Perguntas de onde vem o nosso sopro de vida. Se eu tivesse de resumir uma mui longa história, Diria que ele surge do fundo do mar, E depois de súbito o mar o engole de novo.»
  • «Estamos na era do segredo e do medo, tens de possuir dois rostos, mostrar um à multidão, e o outro a ti mesmo e ao teu Criador. Se queres preservar os teus olhos, os teus ouvidos e a tua língua, esquece que tens olhos, ouvidos e língua.»
  • «Perante uma situação caótica, inextricável, imaginamos sempre que são necessários séculos para se sair dela. De repente, aparece um homem e, como por encanto, a árvore que julgávamos morta reverdece, volta a dar folhas, frutos e sombra.

Críticas

  • «Um livro extraordinário! As descrições que Maalouf faz das cortes, do bazar e das vidas de místicos, reis e amantes entretecem-se numa prosa evocativa e lânguida.»The Independent
  • «Um dos melhores romances históricos de sempre.»The Times
  • «Amin Maalouf apresenta um modelo para o futuro, bem como um aviso, uma via para o entendimento entre culturas e uma dimensão assustadora das consequências do fracasso. A Europa não pode dar-se ao luxo de ignorar a sua voz.»The Guardian