Os Venenos da Coroa

Os Venenos da Coroa

Os Reis Malditos – Livro II
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Sinopse

«Se é um apaixonado por história ou um fã de fantasia, este épico irá prendê-lo da primeira à última página. Esta é A Guerra dos Tronos original.» George R. R. Martin

Apenas alguns meses depois da morte de Filipe, o Belo, os conflitos, as intrigas, os ódios e a luta pelo poder ameaçam submergir a França numa instabilidade devastadora. O legado de 3 décadas de eficácia administrativa, económica e política escapou-se como água por entre as mãos de Luís X, que permitiu que a confrontação entre ministros burgueses e nobres conservadores se saldasse pela perda do domínio das províncias.

Estava-se no verão de 1315. De acordo com o cognome por que é conhecido na corte, Luís, o Teimoso, começou a regência com a obsessão de se livrar da mulher, Margarida de Borgonha, e de sentar a seu lado uma nova rainha. Com Margarida assassinada e a bela princesa Clemência, da casa de Anjou-Sicília a caminho, vinda de Nápoles, para se tornar rainha de França, Luís X parece preparado para assumir a responsabilidade pelo seu reinado.

No entanto, num alarde de grandeza, próprio de quem tem o poder, mas não a capacidade de o conservar, o rei envolve-se numa guerra absurda contra o conde da Flandres, enquanto o seu povo morre de fome.

No Mediterrâneo, as tormentas mergulham os pensamentos da futura rainha Clemência nos mais negros presságios. O veneno volta a correr nas veias de França, e nada parece poder evitar que venha a ameaçar a Coroa.

Descubra Os Venenos da Coroa, o segundo volume da a saga de Os Reis Malditos que inspirou os livros de George R. R. Martin, autor de A Guerra dos Tronos.

Detalhes

  • Título Original LA REINE ETRANGLÉÉ (Les Rois Maudits vol. II)
  • Categoria Ficção
  • Sub-categoria Romance Histórico
  • ISBN 9789897541353
  • Nº de Páginas 232
  • Data de Lançamento 9/2016
  • Dimensões 231 x 151 x 17 mm
  • Formato Capa Mole
  • Peso 373g

Críticas

  • «Uma saga sobre a Idade Média verdadeiramente cativante. Uma leitura formidável e absolutamente obrigatória.»Le Figaro