A Elegância do Ouriço

A Elegância do Ouriço

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Sinopse

Número 7 da Rue de Grenelle: o endereço é burguês, os moradores são gente rica e tradicional. Tudo parece um quadro em que não há movimento: cristalizado, bem organizado, eterno. Mas há duas pessoas que parecem não encaixar.

Para começar, temos Renée, que parece a porteira clássica: baixota, rezingona e sempre pronta a fechar a porta na cara de alguém. Na verdade, estamos na presença de uma observadora perspicaz, ora terna, ora ácida, e uma autodidata que esconde bem o seu verdadeiro eu: uma grande apaixonada por livros e arte.

E depois temos Paloma, a filha mais nova da família Josse, que destoa dos pais e da irmã. De tal modo, que se impõe um desafio terrível: ou descobre algum sentido para a vida, ou comete suicídio no dia em que fizer treze anos. Mas, enquanto a data não chega, mantém dois conjuntos de anotações pessoais e filosóficas, os Pensamentos profundos e o Jornal do movimento do mundo: são os relatos das suas experiências íntimas e da vida no prédio.

As duas filósofas, Renée e Paloma, estão inteiramente entregues ao olhar sobre aquelas pessoas tão diferentes delas, àquele mundo onde parecem não pertencer. Mas, um dia, chega um novo morador ao bairro. Kakuro Ozu, um alegre senhor japonês, poderá bem ser o terceiro elemento de um trio perfeito, redentor, que salvará Renée e Paloma da mediocridade e dos espinhos da vida.

Detalhes

  • Título Original A ELEGANCIA DO OURIÇO
  • Categoria Ficção
  • Sub-categoria Romance Contemporâneo
  • ISBN 9789722368575
  • Nº de Páginas 280
  • Data de Lançamento 12/2008
  • Dimensões 230 x 150 x 18 mm
  • Formato Capa Mole
  • Peso 321g

Críticas

  • «Os pequenos prazeres da existência, esses instantes perfeitos em que, por vezes, tudo bascula, Barbery capta-os com a nostalgia intemporal de um Marcel Proust e a frescura de um Philippe Delerm. Espirituoso, inteligente e escrito numa língua melodiosa, este conto filosófico tem algo de japonês: consideravelmente leve, delicado como a poesia tradicional japonesa.»L’Express
  • «Nunca ninguém imaginou que este livro terno e engraçado, com uma veia filosófica, pudesse alcançar tamanho sucesso. Para alguns, é em parte O Mundo de Sofia de Jostein Gaarder, e em parte O Senhor Malaussène de Daniel Pennac. Enquanto que a outros lembra o filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. Seja como for, a resposta do público foi muito expressiva.»Le Monde
  • «A fórmula que fez com que mais de meio milhão de leitores em França se apaixonasse por este livro tem, entre outros ingredientes, um humor inteligente, sentimentos delicados, um excelente enquadramento literário e filosófico, bom gosto, sofisticação e substância.»La Repubblica