A Americana Que Queria Ser Rainha de Portugal

A Americana Que Queria Ser Rainha de Portugal

A incrível história de Nevada Hayes, Mulher de D. Afonso, duque do Porto

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Sinopse

Quando D. Afonso, príncipe real, saiu do automóvel junto ao Paço Real de Sintra naquele ameno dia 8 de junho de 1908, Nevada Hayes sentiu um calafrio e foi subitamente acometida por um pressentimento: um dia seria sua mulher. Um dia seria rainha de Portugal. Nascida nos Estados Unidos, filha de um merceeiro, cedo percebeu que estava destinada a uma vida melhor. E lutou com todas as suas forças para a conseguir. Trabalhou em Washington e Nova Iorque, casou por amor e por interesse, teve um filho que abandonou, viveu em França, Itália, viajou por países exóticos, divorciou-se duas vezes e viu-se envolvida em vários escândalos. O seu nome fez correr tinta na imprensa, nomeadamente quando conseguiu casar com D. Afonso, apesar da recusa e indignação de D. Manuel, último rei de Portugal, então no exílio em Inglaterra. Tornara-se finalmente duquesa do Porto, princesa de Bragança. Houve quem a retratasse como uma mulher fria, calculista, mal-educada, mas em «A Americana Que Queria Ser Rainha de Portugal», Ana Anjos Mântua conta-nos a sua história para além do rol dos seus incontáveis defeitos. Através de uma investigação cuidada, a autora traz-nos um romance empolgante sobre esta extraordinária mulher, que se transformou ao longo da vida para se tornar uma das figuras mais admiradas e faladas pela imprensa internacional e pela aristocracia europeia da época. Nevada Hayes morreu a 11 de janeiro de 1941, viúva do «seu amor» D. Afonso e depois de ter conseguido reclamar ao Estado Português a herança que considerava sua por direito.

Detalhes

  • Título Original A Americana Que Queria Ser Rainha de Portugal
  • Categoria Não Ficção
  • Sub-categoria História
  • ISBN 9789898818744
  • Nº de Páginas 256
  • Data de Lançamento 1/2017
  • Dimensões 234 x 155 x 20 mm
  • Formato Capa Mole
  • Peso 397g

Citações

  • «Certa tarde, quando regressava de um passeio pelo Chiado, tinha à minha espera um bilhete e um ramo de rosas-chá… Um convite pessoal com as armas do infante para um passeio até ao Estoril. Quase não dormi nessa noite, pensando em qual dos meus trajes deveria levar e elaborando sonhos de como seria aquele dia, só pedia para que tudo fosse perfeito.»
  • «Dispensei propositadamente a presença de Daisy e, à hora combinada, D. Afonso foi-me buscar no seu magnífico automóvel, o meu coração parecia querer saltar-me do peito.