Carlos Tavares - Uma Autobiografia
O português que revolucionou a indústria automóvel mundial
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Sinopse
NUM DOS SETORES MAIS COMPETITIVOS DO PLANETA, CARLOS TAVARES IMPÔS-SE COMO UM GRANDE LÍDER DA INDÚSTRIA.
Poucos ramos são tão implacáveis como o da indústria automóvel. Num mercado que vive sempre no limite, uma decisão errada pode custar milhões de euros e eliminar milhares de postos de trabalho, mas não tomar decisões pode ser igualmente fatal. Neste negócio, só os mais fortes sobrevivem. E só os verdadeiros líderes chegam ao topo.
Carlos Tavares não chegou apenas lá: revolucionou para sempre o segmento automóvel. Após uma carreira notável na Renault, o empresário português assumiu a presidência do grupo PSA e liderou a sua recuperação financeira, abrindo caminho à fusão com a Fiat-Chrysler e à criação da Stellantis, atualmente um dos maiores grupos automóveis do mundo.
Nesta autobiografia, Carlos Tavares apresenta-se como um homem movido pela disciplina e pela paixão. Entre decisões críticas, polémicas públicas e vitórias improváveis, revela-nos o que significa liderar num mundo em permanente mudança e como a visão estratégica, o rigor e a coragem para decidir fazem a diferença entre o sucesso e o fracasso.
Detalhes
- Título Original Un Pilote au Coeur de la Tempête
- Categoria Não Ficção
- Sub-categoria Economia/Gestão
- ISBN 9789899254688
- Nº de Páginas 232
- Data de Lançamento 1/2026
- Dimensões n/a
- Formato Capa Mole
- Peso 100g
Citações
- «Para mim, há uma grande semelhança entre a gestão de uma empresa num sector ultracompetitivo e o desporto de alta competição, uma simbiose de esforços e exigências. Em ambos os casos, a racionalidade não é suficiente para vencer. Há uma dimensão mental muito importante, um empenho psicológico. A racionalidade aritmética não é suficiente para que se possa esperar ganhar.»
- «Nunca deve deixar-se dominar pela montanha de problemas a resolver. Se o fizer, é uma avalanche, e o líder sufoca. Evitar a saturação mental continua a ser a chave. A gestão é um exercício de controlo das próprias emoções, tendo em conta que o gestor também é um ser humano e tem o seu próprio equilíbrio ou desequilíbrio para gerir.»
- «Quando tive de escolher gestores, privilegiei sempre as personalidades em detrimento dos percursos profissionais. Para mim, o que conta nunca foi o conhecimento puro. O conhecimento é necessário, mas não é suficiente. O mais importante é reconhecer as pessoas que conseguem encontrar as soluções corretas quando confrontadas com uma dificuldade.