A Última Pepita

A Última Pepita

Os Portugueses e a Corrida ao Ouro do Brasil
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Sinopse

«Se pudesse escolher, Sua Majestade Fidelíssima talvez tivesse preferido passar o dia a tocar violoncelo ou a traduzir mais uma peça de Shakespeare para o português, trancado no gabinete real. Disso era o que D. Luís I gostava e fazia de melhor. Mas naquele princípio de fevereiro de 1876, a sua agenda incluía uma tarefa que ele não apreciava e que definitivamente não era a sua especialidade: governar Portugal. A missão estava longe de ser árdua, mas o seu significado era triste. D. Luís deveria vistoriar as joias da Coroa a fim de escolher algumas para serem vendidas. Na vistoria, Sua Majestade notou um caixote e resolveu ver o que tinha dentro. Descobriu vasos, urnas e conchas e remexendo um pouco mais encontrou uma preciosidade: uma enorme pepita de ouro, do tamanho de um melão.» Esquecida durante décadas nos Tesouros Reais, a pedra retirada de solo brasileiro é o último remanescente de uma época de riqueza incalculável para o velho império lusitano. É com esta cena – insólita mas absolutamente verdadeira – que Lucas Figueiredo inicia esta brilhante investigação histórica. Com uma narrativa atrativa e em ritmo de aventura do início ao fim, A Última Pepita conta a história dos portugueses que, movidos pela febre do ouro e seduzidos por promessas de enriquecimento, transformaram por completo a vida na colónia, cultivaram as terras, protegeram as fronteiras e forjaram o nascimento de um país. «A cobiça que forjou um país, sustentou Portugal e inflamou o mundo»

Detalhes

  • Título Original BOA VENTURA - A incrível saga da corrida ao ouro do Brasil
  • Categoria Ficção
  • Sub-categoria Romance Histórico
  • ISBN 9789898470317
  • Nº de Páginas 280
  • Data de Lançamento 4/2012
  • Dimensões 230 x 150 x 17 mm
  • Formato Capa Mole
  • Peso 343g

Críticas

  • «Um grande livro. Recomendo!»Laurentino Gomes, autor de 1808 e 1822
  • «Como monarcas perdulários, administradores corruptos e sonegadores de impostos ajudaram involuntariamente a transformar uma colónia raquítica de 300 mil habitantes num Eldorado de aventureiros seduzidos pelo ouro.»A. Gonçalves Filho - Estado de S. Paulo
  • «Uma investigação histórica brilhante.»RevistaVeja