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Um Outro
Crónica de Uma Metamorfose
por Imre Kertész

   
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Neste livro em registo de diário, escrito entre os anos 1991 e 1995, o autor faz um dramático questionamento acerca da identidade negada pelos regimes totalitários, sem nunca se deixar cair na armadilha do simples rememorar do passado. Mais do que relembrar os horrores do Holocausto, ele pretende acima de tudo criar uma linguagem que exprima realmente o Holocausto como cultura, como desenvolvimento previsível da cultura europeia a partir do Iluminismo.




SubtituloCrónica de Uma Metamorfose
Data de publicação02-06-2009
colecçãoGrandes Narrativas
número na coleção434
Edição1
Número de páginas104
ISBN9789722341516
Dimensões150 * 230
Peso245




Imre Kertész
Imre Kertész nasceu a 9 de Novembro de 1929, em Budapeste. Descendente de uma família judaica, foi deportado em 1944 para Auschwitz e Buchenwald, sendo libertado em 1945 pelas tropas norte-americanas e regressando como único sobrevivente de uma família inteira dizimada pelos nazis. De volta a Budapeste trabalhou de 1948 a 1951 como jornalista na publicação Világosság, do qual foi despedido quando o jornal passou a órgão do Partido Comunista Húngaro. Após ter cumprido serviço militar durante dois anos dedicou-se à escrita e à tradução para húngaro de autores alemães como Nietzsche, Hofmannsthal, Schnitzler, Freud e Wittgenstein, entre outros, o que influenciou fortemente a sua escrita. Escreveu ainda musicais e teatro de diversão. Durante cerca de 10 anos trabalhou no livro, Sem Destino, o seu primeiro romance publicado pela Editorial Presença. Da sua prestigiosa carreira literária fazem parte inúmeros prémios entre os quais se destacam o Brandenburger Literaturpreis em 1995, o Leipziger Buchpreis zur Europäischen Verständigung em 1997, o Herder-Preis e o Welt-Literaturpreis em 2000, o Ehrenpreis der Robert-Bosch-Stifung em 2001, o Hans Sahl-Preis em 2002 e o Prémio Nobel da Literatura 2002.

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«A produção literária de Kertész é totalmente dedicada ao Holocausto que, para judeus húngaros, começou depois de 19 de Março de 1944, quando os alemães devastaram o país. Mas a sua abordagem não é tanto um documentário ou uma memória, mas sim um esforço enorme para compreender e encontrar uma linguagem para aquilo que o Holocausto diz da condição humana. Para Kertész não é tanto a questão do que aconteceu num determinado momento da História aos judeus enquanto povo, mas o que o fenómeno diz da Europa em particular e da humanidade em geral.»

TIMES LITERARY SUPPLEMENT






OPINIÕES

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de Anónimo em 2018

Uma reflexão inflectida sobre o "eu mesmo", sempre conjugado numa primeira pessoa que apresenta bem...

Uma reflexão inflectida sobre o "eu mesmo", sempre conjugado numa primeira pessoa que apresenta bem patentes as cicatrizes não saradas de uma outra vida aprisionada num qualquer campo minado pela loucura humana, (re)nascida qual fénix pelo fumo do Holocausto, encarado como uma nova cultura para o velho continente.
Um relato sobre a incompreensão, motivada por uma " metamorfose de apocalipse", que fornece todas as condições para encetar uma vida de solidão, na qual a maior fuga possível será a aceitação do suicídio como acto de profunda dignidade.
Umas tréguas à vida balizada pela existência e pela consciência, onde "quem não mente já é original"; onde "não é possível entender o mundo, unicamente porque ele não é compreensível"; onde "a vida é aceite unicamente pelo facto de ser inverosímil"; onde apenas nos sentimos lúcidos como se não existíssemos; onde a marca persistente qual tatuagem é simultaneamente doença e doping para continuar... tudo isto porque a vida é vivida por outro que não o próprio mas sim um outro!





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