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17,50 €

Nº na Coleção: 559
Data 1ª Edição: 17/09/2013
Nº de Edição:
ISBN: 978-972-23-5128-7
Nº de Páginas: 336
Dimensões: 150x230mm

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O Menino de Cabul
por Khaled Hosseini (Autor)

No inverno de 1975, em Cabul, tudo o que Amir mais deseja no mundo é ganhar um concurso de papagaios para poder impressionar o seu pai, e Hassan, o seu amigo inseparável, está determinado a ajudá-lo. Mas, na tarde do concurso, um terrível acontecimento vai destruir os laços que unem os dois rapazes para sempre. E, mesmo quando a família de Amir é forçada a fugir do Afeganistão após a invasão soviética, Amir sabe que um dia terá de regressar à sua terra natal em busca de redenção.

Já adaptado ao cinema, O Menino de Cabul é uma história de amor e amizade passada no cenário devastador do Afeganistão nos últimos 30 anos, contada por Khaled Hosseini, autor bestseller do New York Times, com 50 milhões de livros vendidos em todo o mundo.


Comentários:
" "Quando alguém mata um homem, rouba uma vida. Rouba à mulher dele um marido, um pai aos seus filhos. Quando dizemos uma mentira, roubamos a alguém o direito à verdade. Quando somos desonestos, roubamos o direito à honestidade. Não há nada mais abjecto que o roubo".

Esta é a história de Amir e Hassan.
Hassan e Amir.
Para mim, foi isto.
Todas as outras personagens, a maioria importantes, foram secundárias.
Em todo o livro, eu só vi e ouvi: Hassan e Amir. Amir e Hassan.

Também é uma história toda ela contada por Amir.
Amir embala-nos ao longo de toda a narrativa, mostrando-nos terríveis e marcantes acontecimentos pela força do arrependimento e, leva-nos pela mão tentando amortecer o que se prevê trágico...

Khaled Hosseini grita-nos que nunca é tarde para emendar algo.
Nunca é tarde para fazer o correcto.
Nunca é tarde para vivermos o presente, deixando o passado no passado e abrir as portas ao futuro.
Vivermos o presente, não esquecendo o passado e esperarmos o futuro.

"...o tempo é ganancioso, por vezes guarda para si todos os detalhes".

Mais uma vez, a esperança envolve esta magnífica obra.
Somos agarrados, empurrados, escorraçados, humilhados e mesmo assim, vimos à tona.
E a lealdade. Sim, o sentimento poderoso deste magnífico relato é a lealdade.

Como podemos viver com tanta angústia e vergonha de nós próprios?
Como avançamos pela vida sabendo que cometemos algo sem perdão?
Como é que uma traição nos corrói tanto e nos leva ao fundo, para, depois, regressarmos não sabendo muito bem como porque nos foi dada uma segunda oportunidade...

"Só há um pecado. O roubo... Quando dizes uma mentira, estás a roubar a alguém o direito de saber a verdade."

Este livro apresenta-nos a decadência do esplendor... o que uma guerra faz, não só às terras, casas, memórias... mas principalmente às pessoas....
Como é que um ser humano pode ser tão mau e ter prazer nisso?

"O amor parecia infinito até chegar o ódio!"
"A erva daninha persiste no deserto, mas as flores da Primavera crescem e morrem."

Mais uma vez o autor passeia-nos por escombros e desgraças infinitas.
Perto do fim, quando pensava que não havia mais nada de novo, o livro já desenvolvido e muito bem desenvolvido, Khaled lança outra bomba sobre os nossos já frágeis corações... sentimos-nos pequeninos e impotentes, li as últimas páginas com um torno à volta do coração...

Este é o segundo livro do autor e a única coisa que me vem à cabeça não é uma coisa muito lúcida mas é isto:
Na presença de um livro de Hosseini, sinto-me como uma cobra quando o seu encantador toca para ela e a chama......

"No Afeganistão, há muitas crianças mas pouca infância" "
colocado por Filipa Monteiro, em 18/8/2014
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"Amir e Hassan são dois amigos que vivem em Cabul, fazendo parte de mundos diferentes. Amir é filho de um abastado homem de negócios, ao passo que Hassan é filho do criado do pai e membro de uma minoria étnica desfavorecida. Porém, ambos tiveram a mesma ama de leite. E são inseparáveis.
Mas Hassan sofre por poder impressionar o pai e anseia, por isso mesmo, por ganhar o concurso de papagaios de papel. Algo, porém, de terrível acontece a Amir no dia desse concurso, algo que Hassan testemunhou em silêncio... E isso irá, inevitavelmente, acabar por afastar os dois amigos.
Com a invasão soviética do Afeganistão, Amir e o pai fogem para os EUA. No entanto, Amir voltará um dia ao Afeganistão para dar corpo a uma reconciliação consigo próprio e com o "estranho" e "familiar" laço que o une a ele e ao amigo...
Esta é talvez uma das mais bonitas histórias que li nos últimos tempos. Uma viagem à importância da amizade. Das relações e dos passados familiares nem sempre facilmente compreensíveis. E uma viagem de um Afeganistão pacífico a um Afeganistão caótico e destruído pela Guerra.

https://www.goodreads.com/review/show/990111627"
colocado por Marisa Fernandes, em 26/7/2014
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1 de 1 membro gostou do seguinte comentário:

"É um livro excelente! Relata os valores familiares e da amizade presentes na cultura afegã. É uma história muito bem escrita que nos "agarra" desde o início. Aconselho vivamente a leitura desta obra poderosa que com a sua simplicidade nos proporciona momentos de alegria, dor, raiva, entre outros. Um livro que certamente lerei vezes sem conta!"
colocado por Vanessa Silva, em 02/12/2013
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Citações
  • «À semelhança de E Tudo o Vento Levou, este romance extraordinário reflete sobre os conflitos entre pessoas comuns no voraz fluir da história.» | People
  • «Um romance maravilhoso... uma história admirável da cultura afegã. É um romance ao estilo de outros tempos que nos arrebata completamente.» | San Francisco Chronicle
  • «Khaled Hosseini oferece-nos uma narrativa intensa e envolvente que nos mostra há quanto tempo o seu povo luta para triunfar sobre as forças da violência - forças essas que continuam a ameaçá-lo todos os dias.» | The New York Times Book Review
  • «Um livro poderoso... sem grandes floreados, apenas prosa, dura e simples... um relato íntimo sobre a família, a amizade, a traição e a salvação [...] Alguns excertos de O Menino de Cabul são crus e até difíceis de ler, no entanto, no seu todo, está dedicadamente bem escrito.» | The Washington Post Book World
  • «É tão poderoso que durante muito tempo tudo o que li me pareceu vazio.» | Isabel Allende
  • «É, de facto, raro que um livro consiga reunir tal atualidade e tão grande qualidade literária.» | Publisher´s Weekly
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