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18,90 €

Nº na Coleção: 550
Data 1ª Edição: 23/05/2013
Nº de Edição:
ISBN: 978-972-23-5058-7
Nº de Páginas: 392
Dimensões: 150x230mm

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E as Montanhas Ecoaram
por Khaled Hosseini (Autor)

1952. Em Shadbagh, uma pequena aldeia no Afeganistão, Saboor é um pai que um dia se vê obrigado a tomar uma das decisões mais difíceis da sua vida: vender a filha mais nova, Pari, a um casal abastado em Cabul e assim poder continuar a sustentar a restante família. A separação é particularmente devastadora para Abdullah, o irmão mais velho que cuidou de Pari desde a morte da mãe de ambos. Nenhum dos dois imaginava que aquela viagem até à capital iria instalar um vazio nas suas vidas que seria capaz de atravessar décadas e quilómetros e condicionar os seus destinos...

Neste seu terceiro romance, E as Montanhas Ecoaram, Khaled Hosseini traz-nos uma belíssima e comovente saga familiar que reflete sobre como os laços que nos unem sobrevivem aos obstáculos que a vida nos impõe.

Distinções:
- Primeiros lugares nos tops mundiais: Nº 1 nos EUA, Itália, Austrália, Bulgária e Irlanda; Nº 2 no Reino Unido, Brasil e Holanda; Nº 3 no Canadá;
- Um dos dez melhores livros de 2013, de acordo com a Amazon.com;
- Perto de 1 milhão de exemplares vendidos em todo o mundo.

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Comentários:
"Mais um livro surpreendente deste autor. A forma como as histórias se encontram interligadas... Simplesmente espetacular! Recomendo"
colocado por Vanessa Silva, em 08/4/2015
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"Em 1952, Saboor vê-se obrigado a vender a própria filha mais nova, para poder continuar a sustentar a sua nova mulher que está grávida, e o seu filho, Abdullah. Este é o que mais sofre com a separação da sua irmã, da qual tomou conta desde que a mãe de ambos morreu ao dar a luz a menina, Pari.

Na sua nova casa, Pari,sofre algo que julgava que não seria possível devido a sua idade, seis anos. Ela terá que esquecer toda a sua vida até ao momento e transformar-se em algo que não é e acreditar que nasceu desta nova mulher.
Aprendeu a chamar mamam e papa aos seus novos pais, e que foi no seio desta família que sempre esteve, nunca tendo nenhum irmão, muito menos chamado Abdullah.
Durante a invasão soviética, Pari foge ainda pequena com a sua mãe para França, onde viveu a maior parte da sua vida, deixando o seu pai no Afeganistão quando este sofre um AVC e fica num estado que mal consegue falar. No entanto este fica a cargo de Nabi.
Nabi revelou-se ser uma personagem surpreendente. Confesso que inicialmente quando escreveu a sua carta a Markos, que não fazia a mínima ideia quem era ao inicio, odiei-o tanto pelo que fez, pelo que sentiu, mas principalmente pela razão que o fez. Ele era o mordomo, o cozinheiro, o motorista , tudo e mais alguma coisa para agradar aos patrões. Masera também irmão da mulher de Saboor, a madrasta de Pari. Visitava-os pelo menos uma vez por mês no seu automóvel americano e divertia as crianças e ajudava a sua família no que podia, no entanto não consegui inicialmente simpatizar com ele. Mas,confesso que no final da carta, chorei por ele, e com ele.

Tive uma pequena sensação que a historia do médico cirurgião ia estragar um pouco a linha da história, mas afastei qualquer possibilidade, devido a ser importante para sabermos que tipo de homem é e o que o levou a tomar tais atitudes e de se mudar da Grécia para o Afeganistão, e também para perceber a suas preocupações e pensamentos.
O que mais me agradou neste livro foi sem duvida a quantidade de personagens que tinha, eram muitas e todas elas interligadas, quase como se toda a gente se conhecesse de uma maneira ou de outra.
Consegui seguir a vida de Pari e Abdullah, sem ter que falar deles directamente. Ou seja a contar a vida ou acontecimentos presentes de outras personagens conhecia aquelas que mais queria saber, porque no fundo queria era saber se os irmãos alguma vez se iam juntar outra vez e poderem abraçar-se. Mas pelo ?caminho? preocupava-me também com Roshi, perguntava-me que seria feito dela, Thalia se teria dado a volta por cima.

A história, apesar de ser isso mesmo, tal como o autor indica, retrata uma realidade que se desconhece, pelo menos pela parte de ?fora?, e que de certa forma se julga o outro lado por outras questões, e não pensamos que são iguais a nós e que tem preocupações como nós e até leva a pensar.
A escrita é intensa e envolvente, não consegui parar de ler até saber o final. Este foi completamente surpreendente para mim, pois confesso que esperava que tudo terminasse bem, mas não assim, não desta maneira.
"
colocado por Raquel Leite, em 15/10/2013
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1 de 1 membro gostou do seguinte comentário:

"Histórias interligadas. Os valores baseados no sacrificio. Embora a intenção possa ser mostrar que os laços familiares acabam por ser fundamentais ao reencontro, o que sinto neste romance é uma grande desvalorização da vida humana, a negação dos sentimentos, como se ser emocional fosse um pecado maior numa sociedade do médio oriente tão rica. No final deixa-me a pensar no infinito e como poderei eu tal como as ONG dar vida e alguma qualidade a todos estes seres humanos obrigados a separarem-se devido a vários interesses, à fome, à guerra, ao fanatismo. Como poderemos todos lutar contra forças ocultas (ou não) dos poderes instituídos. De facto é Comovente, Maravilhoso mas principalmente Inquietante. "
colocado por Anabela Ferreira, em 20/8/2013
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