A Creche Judaica

A Creche Judaica

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Sinopse

QUANDO O FUTURO DE CENTENAS DE CRIANÇAS ESTÁ EM RISCO, UM GRUPO DE JOVENS MULHERES NÃO OLHA A MEIOS PARA AS SALVAR.

Amesterdão, anos 1942 e 1943. A Creche Judaica foi transformada pelos alemães num espaço para onde as crianças judias são encaminhadas - e lá aguardam o transporte para os campos. Betty Oudkerk, uma jovem de 17 anos, e as amigas - todas trabalhadoras na Creche Judaica - recusam-se a aceitar o destino que os nazis querem dar àqueles meninos e meninas. Enquanto nas ruas da cidade o dia a dia dos judeus se torna cada vez mais assustador, estas mulheres põem em ação um plano para salvar mais de seiscentas crianças da deportação anunciada. Contra tudo e contra todos, sob as indicações de Henriette Pimentel, diretora da Creche, escolhem pôr em risco as suas próprias vidas para salvar centenas de inocentes.

Esta é uma extraordinária história de resistência, protagonizada por mulheres destemidas que lutaram dia e noite para a maior dádiva de todas: a vida das crianças - a possibilidade de futuro.

Detalhes

  • Título Original De Crèche (The Jewish Nursery School)
  • Categoria Ficção
  • Sub-categoria Romance Histórico
  • ISBN 9789722368247
  • Nº de Páginas 336
  • Data de Lançamento 1/2022
  • Dimensões 230 x 150 x 22 mm
  • Formato Capa Mole
  • Peso 395g

Citações

  • «Na cama, tento apagar a imagem de todas aquelas pessoas desesperadas que vi esta manhã. A mãe, cujo filho fugiu; o homem de idade que tropeçou; a gritaria da mulher à janela dizendo que o marido não era judeu por ser casado com ela.»
  • «Os órfãos que tínhamos escondido na noite do transporte andam, no dia seguinte, de novo aos pulos. Até desaparecerem um por um.»
  • «A Pimentel assim o decidiu, baseando se na ideia de sabermos que as crianças que aparecem aqui sozinhas - ou porque foram apanhadas enquanto estavam escondidas ou porque elas mesmas fugiram - foram protegidas de deportação pelos pais.

Críticas

  • «Elle van Rijn escreveu mesmo um romance maravilhoso: esta história é mais comovente do que podemos imaginar. Ao lermos, podemos sorrir com ternura mas também chorar profundamente. Não deixem de ler.»Nederlands Dagblad
  • «Intenso, verdadeiro e tocante. Através do olhar destas mulheres, vemos aquelas pequenas crianças e toda a história da resistência nazi em Amesterdão.»NRC
  • «Muito bem escrito. Uma história que fica connosco.»Feeling Magazine