A Catedral dos Evangelhos Perdidos

A Catedral dos Evangelhos Perdidos

Lançamento a 21/04/2021
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Sinopse

ROMA, DEZEMBRO DE 1564.
Na cidade eterna, um misterioso assassino traça uma cruz de sangue na testa das suas vítimas. No Vaticano, alguém conspira para matar o papa.
Raphael Dardo, agente secreto do duque Cosimo de Medici, encontra-se em Roma com uma missão: proteger a vida de Pio IV e descobrir quem mexe os cordelinhos da conspiração.
A investigação levá-lo-á a procurar indícios entre caçadores de tesouros, magos, profetas heréticos, nobres crivados de dívidas e cardeais muito poderosos - desde os altos vértices do poder às profundezas labirínticas das catacumbas paleocristãs. São precisamente estas galerias que escondem algo muito precioso - e perigoso - de que todos parecem desejosos de se apoderar, de modo a poderem exercer uma chantagem.
Raphael Dardo, para se salvar a si mesmo, às pessoas que ama, ao papa e a toda a Igreja, tem de descobrir o que se encontra sepultado nas entranhas de Roma. E deve fazê-lo o mais depressa possível.

Detalhes

  • Título Original La Cattedrale dei Vangeli Perduti
  • Categoria Ficção
  • Sub-categoria Romance Histórico
  • ISBN 9789722366915
  • Nº de Páginas 336
  • Data de Lançamento 4/2021
  • Dimensões 230 x 150 x 21 mm
  • Formato Capa Mole
  • Peso 380g

Citações

  • «Desde o primeiro dia que se interrogara: como seria o espírito do Papa no tempo em que ainda não o era, mas sim um pirata?
  • «Meia hora depois, os rostos dos cinco conspiradores estavam nas suas mãos, fixados no papel, ainda não desfigurados pelas torturas. Ninguém mais os veria assim.»
  • «O coração de Raphael batia loucamente.

Críticas

  • «Como um alquimista habilidoso da palavra, Fabio Delizzos mistura os ingredientes narrativos numa saga histórica de cortar a respiração!»Matteo Strukul, autor do bestseller I Medici, Una dinastia al potere
  • «Uma obra surpreendente.»Il Tempo
  • «Alquimia, arte e investigação. O Renascimento é um thriller. Um livro empolgante, que mantém a precisão histórica dos factos.»Il Giornale