Histórias da Pandemia

Histórias da Pandemia

Da linha da frente ao confinamento, como 17 portugueses viveram a COVID 19
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Sinopse

No dia em que foi declarado estado de emergência, o filho de Nuno Markl entrou em pânico. O humorista queria dizer-lhe que se reencontrariam em breve, mas a verdade é que não fazia a menor ideia. Fátima Felicidade passou pelo mesmo sentimento de impotência quando, uma noite, o filho tossia e chorava compulsivamente no quarto. Ela só queria entrar, mas não o podia fazer enquanto não chegassem os resultados do teste. Muitos pacientes do enfermeiro infeciologista Nuno Moreira estiveram infetados com o novo coronavírus. No entanto, nunca esquecerá aquele que, numa questão de segundos, se desfez no terror de nunca mais voltar a ver os filhos. Como foram estes tempos para quem, por ser médico, enfermeiro ou polícia, esteve na linha da frente? Como vive alguém com a suspeita de estar infetado? O que passa pela cabeça de quem vê o teste dar positivo? E o que faz um «chef» de cozinha quando vê o seu restaurante fechado? Já agora, como é fazer rádio a partir da sala de estar? E um ator, como reage quando se vê afastado dos palcos e trancado em casa? A pandemia da COVID-19 mudou o mundo para sempre. Numa altura em que ainda tentamos perceber tudo o que ganhámos e perdemos, o jornalista Fábio Martins conta-nos a história de 17 portugueses que se viram confrontados com a pandemia. Numa série de testemunhos emocionantes, é-nos feito o retrato de um Portugal confinado que teve medo, sofreu, mas nunca escolheu desistir.

Detalhes

  • Título Original Histórias da Pandemia
  • Categoria Não Ficção
  • Sub-categoria Actualidade/Sociedade/Política
  • ISBN 9789898975638
  • Nº de Páginas 288
  • Data de Lançamento 9/2020
  • Dimensões 230 x 150 x 17 mm
  • Formato Capa Mole
  • Peso 469g

Citações

  • «Tivemos companhias de teatro […]a distribuir cabazes a atores que pura e simplesmente deixaram de ter qualquer tipo de rendimento.»
  • «Por entre os soluços de choro, dizia-me: “Pelo menos vai até ao portão da casa da mamã para eu te ver.” O meu filho achava mesmo que não me voltaria a ver.»
  • «Com os olhos vidrados, mas perdidos num mar de lágrimas, perguntou-me, com os lábios a tremer: “Nunca mais vou voltar a ver os meus filhos, pois não?”