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15,50 €

Nº na Coleção: 425
Data 1ª Edição: 03/03/2009
Nº de Edição:
ISBN: 978-972-23-4100-4
Nº de Páginas: 248
Dimensões: 151x231mm

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O Tigre Branco
por Aravind Adiga (Autor)

Premiado com o Man Booker Prize, O Tigre Branco é um romance de estreia auspicioso que, sem cair no cliché do romantismo exótico e superficial, nos revela uma Índia ainda muito pouco explorada pela ficção, a Índia negra, violenta e exuberante das desigualdades socioculturais endémicas.
Aravind Adiga oferece-nos um retrato cru e muito pouco glamoroso da desumana realidade de vida das classes mais pobres pela voz espirituosa e mordaz do narrador, Balram Halwai, um jovem que cresce no interior miserável da Índia e se torna um empresário de sucesso em Bangalore. E é através do seu percurso moralmente ambíguo que conhecemos as discrepâncias chocantes entre o luxo extravagante da elite rica dos boulevards e a luta desesperada pela sobrevivência dos que nada têm. Uma comédia negra irreverente que desmistifica a Índia lírica e nostálgica que tantas vezes idealizamos.


Comentários:

1 de 1 membro gostou do seguinte comentário:

"Sobre o livro, Munna que depois será rebaptizado como Balram Halwai é o nome da personagem central desta história passada numa Índia actual.
Balram, através de uma serie de cartaz datadas irá contar ao Sr.. Jiabao, primeiro-ministro chinês, a sua vida, irá descrever todo o sistema socioeconómico indiano de como este está arquitectado no presente.
Balram irá perfurar todo o sistema de castas tão característico na Índia e fará o seu caminho da Escuridão para a Luz; a Escuridão representa as castas inferiores, o campo, o norte a Luz será o oposto dessa escuridão.

De uma forma inteligente o autor Aravind Adiga, explora a sociedade Indiana com uma subtileza adocicada, que tenho de lhe dar o mérito mas que não me cativou de todo, esperava algo mais ?real?, ou as expectativas já estavam tão elevadas que se reflectiram na percepção da leitura.

A forma de comparação entre as duas sociedades a dos amarelinhos (China) e a dos castanhinhos (Índia) está bem conseguida. Qual delas será capaz de se sobrepor perante a outra.
Um livro que se lê bastante bem, bem estruturado e de leitura fácil, um bom livro mas insuficiente para ser um livro premiado, aclamado pela crítica..."
colocado por Angelo Marques, em 03/7/2014
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"EXCELENTE livro!

Munna é o nome do personagem principal. Quer dizer, acaba por não ser propriamente o seu nome, porque Munna quer dizer simplesmente “rapaz”. Os seus pais não tiveram a preocupação de lhe dar um nome à nascença. É uma preocupação que não existe na Índia. Quer dizer, na Índia da Escuridão. O nosso personagem principal só adquire um nome quando entra para a escola e, posteriormente, aquando de uma inspecção à mesma atribuem-lhe também uma data de nascimento. Munna passa a chamar-se Balram .


Balram Halwai, esclarece-nos que existem duas Índias: a da Escuridão e a da Luz.
Na Escuridão, as pessoas não têm valor, valem tanto como o chão que pisam ou menos. Na Luz, estas sim, estas vivem bem. Mas para viverem neste estado de graça que é viver bem na Índia, têm de “bajular” e encher os bolsos aos polícias, aos políticos…


Balram conta-nos o percurso desde a sua infância, na Escuridão, até ao seu escritório em Bombaim, onde é um empresário de sucesso (agora na Luz)!
Balram Halwai – O Tigre Branco - revela-se, desde cedo, um homem inconformado com o seu destino de homem da Escuridão e projecta algo maior para a sua vida, mesmo que t"
colocado por Paula, em 08/1/2010
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  • Man Booker Prize 2008
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